As idéias são apaixonantes quando expostas em propostas coletivas. Entretanto, quando se olha mais de perto o coletivo, percebe-se que existe uma fração da comunidade que se entende mais legítima do que todo o restante para resolver por si só todas as situações-problema. A meu ver esse comportamento não é repreensível e sim humano dado que, a disputa pelo poder ou sua manutenção está sendo praticada. Quero deixar claro que esse procedimento é comum a todos os participantes do atual processo eleitoral.
Voltando às propostas, quanto mais a proposta se limita a apresentar o senso comum do que deve ser feito, mais as pessoas tendem a se apaixonar pela mesma dado que, reflete um anseio entendido como coletivo, e por isso forte. A simples indicação das necessidades gerais não implica em viabilidade de execução.
Em todo ambiente de trabalho há o conhecimento explícito, que é passível de ser descrito em um manual e o tácito, aquele que o trabalhador “aprende” no exercício do seu próprio trabalho. Nesse sentido, ou seja, entendendo que quaisquer dos grupos têm visão parcial e limitada às de seus adeptos, e que o conhecimento das necessidades tanto conceituais quanto práticas repousam sobre quem vivencia em seu cotidiano o trabalho específico, é que democraticamente conclamamos todos os colegas, independentemente de sua opção por este ou aquele candidato para a Direção Geral, a se valer de sua autonomia enviando sua contribuição na elaboração de um programa de gestão, refletido num conjunto de medidas e ações que, traduza o conhecimento de um coletivo mais amplo, sobre o que precisa ser feito nos próximos quatro anos para o e-mail: lucdelacerda@yahoo.com.br.
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